Ligação nova
Levantamento de cargas e definição da condição de atendimento aplicável ao imóvel.
Entrada de serviço e medição
Avaliação da necessidade elétrica, condição da entrada de serviço, cargas previstas e documentação aplicável a ligações, alterações e medições.
A análise e a aprovação pertencem à concessionária. Prazos e exigências dependem da modalidade, carga e condições da rede.
Enquadramento correto
A interface com a concessionária normalmente ocorre em situações como ligação nova, aumento ou redução de carga, mudança da entrada de serviço, medição agrupada, alteração em condomínio ou necessidade de estudo da rede.
A primeira etapa é identificar a modalidade correta. Protocolar uma solicitação sem cargas consolidadas, sem documentação compatível ou sem compreender a entrada existente aumenta o risco de exigências e retrabalho.
Situações atendidas
A documentação e a responsabilidade técnica variam conforme o tipo de entrada, demanda, agrupamento e exigência identificada.
Levantamento de cargas e definição da condição de atendimento aplicável ao imóvel.
Avaliação da demanda futura, entrada existente e necessidade de adequações.
Análise da posição, componentes, capacidade e intervenção necessária.
Verificação das unidades, corrente, disjuntor geral e requisitos documentais.
Análise das condições coletivas e da responsabilidade relativa à alteração solicitada.
Preparação dos documentos técnicos e registros correspondentes ao serviço contratado.
Fluxo controlado
A SEPE responde pela qualidade e coerência do escopo contratado. A concessionária mantém autonomia sobre análise, exigências, rede e aprovação.
Levantamento da entrada, medição e carga instalada.
Definição da demanda futura e modalidade pretendida.
Verificação das normas e formulários aplicáveis.
Desenvolvimento do projeto e documentos do escopo.
Revisão técnica e emissão da ART correspondente.
Submissão ou suporte ao protocolo conforme contratação.
Limite entre instalação e concessionária
A instalação interna distribui energia para iluminação, tomadas, climatização, motores e demais cargas do empreendimento. O padrão de entrada estabelece a interface de fornecimento e medição. Uma expansão pode exigir somente redistribuição interna, pode exigir adequação do padrão ou pode depender de análise da concessionária. A conclusão precisa partir do levantamento da condição existente e da demanda futura, não apenas da potência de um equipamento novo.
Para avaliar aumento de carga, a SEPE organiza a relação de equipamentos, critérios de simultaneidade, modalidade de atendimento, condição da medição e documentação disponível. Também identifica pendências sob responsabilidade do cliente, do condomínio, da instalação interna ou da concessionária. Essa separação evita prometer prazo sobre etapas externas e impede que a aprovação do padrão seja tratada como validação automática de toda a instalação comercial.
Se a demanda estiver concentrada na distribuição interna, consulte a página de projeto elétrico comercial em Curitiba. Para instalações existentes com falhas, ampliações ou circuitos sem documentação, veja o processo de adequação elétrica comercial.
Perguntas frequentes
Não necessariamente. É preciso comparar a condição existente, demanda, simultaneidade, tipo de ligação e capacidade da entrada antes de concluir.
Não. Os prazos da concessionária, eventuais estudos de rede e exigências externas não são controlados pela SEPE.
É possível iniciar a triagem, mas o projeto e a modalidade de atendimento dependem de uma relação confiável dos equipamentos e potências.
Não. Eles possuem escopos e interfaces diferentes, embora possam fazer parte de um mesmo empreendimento.
Triagem técnica
A análise indicará as informações faltantes e a modalidade provável de atendimento.